30/09/2018

Parada LGBTI recebe mais de um milhão em Copacabana

Parada LGBTI recebe mais de um milhão em Copacabana

Evento LGBTI  recebeu ícones como Pepita e Luísa Sonza

Com o tema “Vote em ideias, não em pessoas”, a 23ª edição da Parada do Orgulho LGBTI Rio reuniu mais de um milhão pessoas, segundo a assessoria de imprensa do evento, desde o início da tarde deste domingo. As cores do Arco-íris tomaram conta da Avenida Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. O principal objetivo deste ano é fazer um alerta para a defesa da democracia e dos direitos LGBT na política. A abertura contou com shows de artistas como Lorena Simpson, Lexa, Mulher Pepita, Luísa Sonza e outros.

De acordo com Almir França, um dos organizadores, a parada é, também, um ato político. “Nossos direitos, nossa cidadania e, principalmente, nossas vidas dependem das escolhas que faremos nas urnas ”, explicou.

A festa também foi prestigiada por representantes do governo britânico, que levou o bloco “Love is Great” (‘Amar é Ótimo’, em tradução livre) em apoio à parada deste ano. O cônsul britânico no Rio, Simon Wood, disse se orgulhar em fazer parte desta edição do cortejo. “Participar neste ano da Parada da Diversidade Rio, e pela primeira vez, com nossos parceiros e amigos do Consulado Britânico, é realmente um orgulho para toda a equipe. Nossa marca ‘Love is Great’ é uma celebração da diversidade e do apoio aos direitos humanos, incluindo os direitos LGBTI”, afirmou.

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Foi perceptível ver a alegria do público em participar de um evento que dá visibilidade ao público LGBTI+. Casais héteros e gays estavam reunidos e drags alegravam os presentes com suas performances. “É de grande importância fazer parte deste evento, principalmente quando é pra promoção e luta dos direitos LGBTQI+. Vim a convite do consulado britânico e isso só faz fomentar a nossa arte” explicou a drag e musa de time gay de futebol Beescats, Bárvarah Páh.

“A gente só quer demonstrar que o amor sempre vence. Ele vence o ódio, o orgulho e, principalmente, o preconceito”, relatou, ao lado de sua companheira, a estudante de Ciências Sociais da Uerj, Liliane Vargas

 

Fotos / Divulgação