DJ Alexxia desponta na música eletrônica

Com 19 anos de idade e 2 de carreira, a jovem DJ Alexxia surge como grande aposta da música eletrônica. Encantando até Neymar em uma de suas festa.

DJ Alexxia desponta na música eletrônicaPublicado em 18 maio, 2019 - 15:00 por Newma Santiago

Jovem, conectada e de cabelo roxo, Alexxia é uma garota à frente de seu tempo. Com talento inegável para a música, em pouco tempo de estrada ela já vêm chamando a atenção daqueles amantes de uma boa música eletrônica.

Percorrendo por diversos gêneros musicais, sua set list atravessa estilos como house, brazilian base, música eletrônica e pop.

O gosto pela música eletrônica começou aos 15 anos, quando se interessou pelo trabalho dos Djs em baladas em que frequentava.

Já aos 17 anos, entrou de vez para o cenáriomusical se especializando como DJ.

Sua primeira apresentação profissional foi em seu aniversário de 18 anos, desde então, ela não parou mais de tocar em festas badaladas.

Alexxia se apresentou também no Hopi Night e Hora do Horror, eventos realizados pelo maior parque temático do Brasil, o Hopi Hari. Estes eventos cumularam mais de 20 mil pessoas em seu público. Outros eventos que estão presentes na lista de apresentação da DJ, são: Festa do Tim, Sutton, TUCCA Fest, Mansão Musik, dentre outros.

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Reconhecida pelo público e principalmente pela crítica, Alexxia já teve a oportunidade de seapresentar em uma festa realizada pelo craque brasileiro Neymar.

 

A Jovem foi destaque também no maior carnaval universitário do Brasil, O Bloco Vermes, em Muzambinho (MG). Lá ela pode dividir o palco com artistas como Steve Aoki, Alok, Dj Denis, Vintage Culture entre outros.

Alexxia tem ambições muito claras referentes a sua postura e posicionamento profissional.

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Com meta de se tornar referência feminina na música eletrônica brasileira, a artista entende a necessidade de mais mulheres conquistando os espaços até então ocupados pelo universo masculino: “Eu acredito que ainda existe preconceito na música eletrônica. Alguns contratantes ainda dão prioridades para DJs homens ao invés de mulheres. Porém o simples fato de existir e resistir, exibindo a sua força de trabalho como mulher, já nos torna ainda maiores e potentes para enfrentar qualquer preconceito.”

 

Fotos : Divulgação/ A Toca Assessoria e Comunicação