Sempre tive curiosidade em conhecer o outro lado do mundo. E já que tinha um colega na Índia, decidi ir lá, para experimentar uma história que remonta a cinco milênios.

Chegando na cidade do sul do país, Bangalore, perguntei por que algumas mulheres usavam pontos coloridos na fronte, eles me informaram que era um sinal de mulher casada, é chamado de vermelhão. Também notei uma enorme quantidade de carros na mão direita como o inglês, compartilhando espaço com vacas nas avenidas. Apesar do trânsito e da condução imprudente do meu motorista de carro, não notei um único acidente automobilístico. Ao chegar no hotel, fui ao descanso direto por causa da diferença de fuso horário de 9horas que me deixou confuso.

No outro dia, meu colega Sathish me levou para ver o Templo de Shiva. Na entrada, tivemos de deixar nossos sapatos, ele comprou frutas e incenso como oferendas à sua divindade, observei tudo com curiosidade e respeito pela diversidade religiosa daquele país. O hinduísmo é a religião dominante com inúmeros templos em cada vizinhança, há mais de mil divindades de culto, incluindo animais, água, solo, ar, árvores, entre outros.

No dia seguinte, fui ao café da manhã em um hotel de luxo, The Leela Palace, porque era um dos poucos lugares com comida para todos os tipos de turistas. Digo isso, devido à culinária picante do país, que meu paladar não se adaptou muito bem.

Durante o fim de semana, fomos para outra cidade junto à costa na Índia chamada Kochi, é uma cidade colonial, com ruelas cheias de belos cafés, restaurantes, galerias de arte, salas de chá, lojas de lembranças e “guesthouses” agradáveis ou casas de hóspedes. Também fomos ao centro do comércio de especiarias e de seda. Comerciantes de todo o mundo negociando aqui. Um lugar para não perder!

Seguimos a viagem para Marari Beach, local turístico, praias bonitas e tranquilas. Depois pegamos uma estrada sinuosa nas montanhas de Munnar e paramos em Devikolam para andar de elefante; custava 1.000 rupias indianas, cerca de 50 reais por pessoa, uma caminhada de 15 minutos com banho de elefante, uma delícia, uma experiência para toda a vida!

Retornamos a Bangalore e fomos visitar mais templos, o Templo de Surya, Templo de Touro e o Templo de Ganesha.

Índia, um país com mais de 122 línguas,pessoas diversas, amigáveis ​​e simples, vivendo em harmonia.

INTEGRAÇÃO é o conceito do Carl Jung que define essa minha viagem.

Porque sem sombra de dúvida, experimentar a cultura oriental, ajudou-me a desenvolver o meu lado direito do cérebro, o lado da intuição; porque aqui no Ocidente, usamos mais o lado esquerdo do cérebro, o lado da razão.

Instagram: @douglastrip 

Douglas Araújo Veste @aposssoficial